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saiba maisPor Murilo Roncolato
São Paulo, 28 (AE) - O acesso à internet pela rede de celular ainda é mais caro do que pela rede fixa no Brasil e está disponível para uma quantidade bem menor de municípios, mas a chamada "banda larga móvel" é a que mais cresce e a que mais deve se popularizar. A conclusão é de um estudo feito pela consultoria brasileira Teleco em parceria com a multinacional chinesa Huawei, que preveem um número quatro vezes maior de acessos à internet pelo celular em 2014 do que por cabo.
Navegar na internet por smartphones se tornou uma prática comum para dezenas de milhões de pessoas. O número dobrou entre 2010 e 2011, e a previsão é de que o Brasil tenha 124 milhões de acessos pela rede móvel até 2014. Para a banda larga fixa, a perspectiva é de que esse número chegue a 30 milhões.
Para cada 100 habitantes, segundo a pesquisa, são 21 acessos móveis (maior que a média internacional) e 8,4 acessos fixos (menor que a média) no Brasil. Isso porque a fixa está disponível em 99,8% dos municípios; enquanto a rede móvel chega a menos da metade deles (48,6%).
O presidente da Teleco, Eduardo Tude, afirma que os preços dos planos ainda são a maior barreira para o crescimento da internet no País, tanto para a internet fixa quanto a móvel. Em média, um plano com franquia de 500 megabytes e velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps) sai por R$ 56,20 pela rede móvel. Na fixa, uma conexão de 1 Mbps custa entre R$ 29,80 e R$ 54,90.
Preço e universalização são dois dos pontos que fazem parte do Plano Nacional de Banda Larga, gerenciado pela Telebrás, sob o Ministério das Comunicações. A ideia do programa de governo é aumentar o acesso à internet e promover (indiretamente, por meio de competição) a expansão da oferta para mais cidades. Para isso as empresas devem vender conexões de 1 Mbps por no máximo R$ 35 mensais ou R$ 29,90, quando houver isenção de impostos estaduais.
Competição, ao lado do preço, é outro grande problema do setor. Os cenários entre móvel e fixa, nesse campo, são bem parecidos. De toda a área coberta com internet móvel, apenas 12,6% dos municípios têm duas operadoras ou mais disputando mercado, segundo o Balanço Huawei da Banda Larga 2011.
O panorama mostra que há uma preferência pelo celular conectado e muitas vezes esta é a única opção para acessar a internet. As operadoras brasileiras já sentem a movimentação em suas receitas. A participação dos planos de dados no ganho total das empresas brasileiras é semelhante à das operadoras de países desenvolvidos. Enquanto no Japão a taxa é superior a 50%, na Europa é 30% e no Brasil se tem, em média, 20,9%. A Vivo lidera o quadro nacional com 26,1% (alta de 39,1% em relação a 2010).
Publicada em : 09/04/2012
Você sabe que sua empresa possui um horário habitual de funcionamento. Porém, já pensou se ela pudesse ser acessada em 24 horas por dia e durante 365 dias por ano?
Já pensou também, em alavancar os seus resultados, ampliando o seu mercado?
Se alguma dessas perguntas você pensou em dizer sim, então ter um site irá trazer para você e sua empresa, inúmeras vantagens. Sua empresa online em 24 horas por dia, durante o ano todo!
Os materiais impressos de sua empresa podem até ser alterados, porém o site possui flexibilidade e agilidade infinitamente maior. Além disso, na web o seu mercado já não é apenas o local. A sua empresa pode alcançar novos mercados com uma audiência global.
Um site bem desenvolvido e associado a uma boa campanha de divulgação, poderá colocar a sua empresa em uma excelente classificação nos principais mecanismos de busca, como por exemplo, o Google!
Outro ponto fundamental é que, através do site, a sua empresa transmite uma idéia de confiança. Com ele, demonstrará a sua estrutura e capacidade de atender as necessidades de seus clientes.
Porém, muitos pequenos empresários ainda desenvolvem sites apenas para acompanhar as tendências do mercado. Mas, você acredita que isso é suficiente? Claro que não! O site deve ser tratado como uma excelente ferramenta e indispensável para qualquer negócio. Nele, poderão ser desenvolvidas inúmeras funcionalidades que tornarão a sua empresa indispensável aos clientes.
Existem atualmente vários tipos, como Sites Institucionais, Sites Aplicativos (sistemas web), Sites Comunitários, Sites Midiáticos, Hotsites, Blogs, Lojas Virtuais, Portais, além das inúmeras redes sociais que poderão ser associadas. Porém, cada contexto deverá ser bem estudado e projetado para que a empresa não conquiste apenas um local na internet, mas sim uma ferramenta capaz de auxiliar na gestão do negócio.
Somos no Brasil, segundo o IBOPE, mais de 14 milhões de internautas.
Destes, 91% procuram produtos e serivços na internet.
Você ainda vai ficar de fora?
Publicada em : 09/04/2012
O Chrome, com 35% de participação, é o navegador mais popular do Brasil, segundo o instituto Navegg. Ele está pouco à frente do Internet Explorer (33%), mas tem quase o dobro do Firefox (20%). Safari e Opera, com 8% e 4%, respectivamente, aparecem em seguida. Os números são semelhantes aos divulgados pela StatCounter em dezembro do ano passado.
A fatia do Safari é maior do que a do OS X, que está em apenas 4% dos computadores do País. Isso ocorre porque o browser também é compatível com o Windows, mas, principalmente, por ser muito utilizado em dispositivos como o iPhone, que responde por 48% dos smartphones, e o iPad, que detém 72% do mercado de tablets - um detalhe interessante é que 78% deste mercado é formado por homens.
Já o Android está em 52% dos smartphones e em 28% dos tablets. O estudo só considerou as plataformas da Google e da Apple nesses aparelhos, deixando sistemas como o Symbian, da Nokia, o Windows Phone, da Microsoft, e o BlackBerry OS, da RIM, de lado – de acordo com a Navegg eles não representam nem 1% do universo.
Por maior que tenham sido as vendas de dispositivos móveis nos últimos anos, eles estão longe de ultrapassar notebooks e desktops quanto à navegação web. Somente 5% dos usuários brasileiros utilizam smartphones para isso, 3% preferem os tablets e 92% recorrem aos tradicionais computadores.
Nesse ponto é preciso destacar que a opção por um não exclui o acesso por outro. Em outras palavras, se um internauta usou o iPhone para entrar em um site e depois, em casa, o visitou pelo desktop, ele será contada duas vezes. É provável que os 8% do bolo dos dispositivos móveis não tenham abandonado o PC, de modo que, se outro tipo de procedimento fosse utilizado, o índice dele de 92% estaria ainda mais próximo dos 100%.
Por falar em PCs, o Windows mantém confortável liderança na plataforma, com 94% de participação. O Linux tem 2%, sendo que 65% das pessoas que o preferem têm curso superior completo, e os usuários do OS X são majoritariamente do sexo masculino (87%) e demonstram “forte de intenção de compra por produtos relacionados à fotografia”.
Para a pesquisa o instituto Navegg coletou dados nos últimos 30 dias dos mais de 75 milhões de internautas que compõem sua rede.
Publicada em : 09/04/2012
Fonte: Assessoria de Imprensa SESCON-SP
Publicada em : 09/04/2012
O HTML5 acaba por ser uma mudança excelente para todos pelo simples fato de ser a linguagem mais padronizada. Ou seja, você não precisa baixar nenhum plugin para que funcione — diferente do Flash. O problema é que, antes de mais nada, os navegadores também precisar ser compatíveis. Atualmente, somente o Google Chrome e o Apple Safari têm suporte.
Já o Flash está presente em uma infinidade de sites hoje. Há excelentes utilidades, como reprodução de vídeos e jogos, os quais são cada vez mais bem desenvolvidos. O problema começa quando seu computador começa a achar o processamento do Flash pesado demais, como é o caso de vídeos em HD no YouTube.
O que o futuro reserva?
Promessas para o HTML5 não faltam. Aplicações relativamente boas já comprovam que a tecnologia é potente, como o Google Voice, o YouTube e o Vimeo. Entretanto, principalmente na questão de vídeos, o HTML5 precisa evoluir muito, já que o uso de codificações (ou codecs) para reprodução é mais complexo do que parece.
A transição também demora anos para acontecer, já que ela não ocorre de uma vez só. Essa mudança gradativa dá a oportunidade para a Adobe modificar o Flash e "correr atrás do prejuízo", com a melhora da performance e novas funcionalidades.
Com essa mudança gradativa, podemos também descartar que as empresas modificarem seus sites feitos em Flash será um desconforto, pois provavelmente já teriam de se atualizar de uma forma ou outra.
Dizer que o HTML 5 vai substituir o Flash é, no mínimo, errado. Já é comprovado que tecnologias dificilmente morrem, somente se modificam e entram em convergências. Cada linguagem mostra vantagens sobre outras ao desempenhar tarefas — o HTML5 permite maior performance e facilidade, mas não faz tudo que é possível com o Flash. E se um dia o fizer, é porque a convergência aconteceu.
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Publicada em : 09/04/2012
Ian Paul, PC World / EUA
De acordo com a Microsoft, navegador IE10 do sistema não rodará nenhum plug-in no modo touch.
A Microsoft parece estar seguindo a rival Apple ao anunciar que dispensará plug-ins como o Adobe Flash do seu navegador Internet Explorer 10 no sistema Windows 8. Ou algo assim.
Você ainda poderá visualizar conteúdo que exige plug-ins no Windows, mas para isso terá de mudar para a versão antiga (desktop). Já quem preferir ficar na interface touch Metro terá uma experiência livre de plug-ins (e presumivelmente sem Flash). Em vez disso, o novo IE 10, em modo touch, dependerá do padrão HTML5 para vídeos e outros recursos.
“Para a web seguir adiante e para os consumidores aproveitarem ao máximo a experiência de navegação mais focada em toque na tela, o navegador estilo Metro do Windows 8 é tão HTML5 quanto possível, e livre de plug-ins”, afirmou o líder da equipe do IE na Microsoft, Dean Hachamovtich. “A experiência que os plug-ins fornecem atualmente não é uma boa combinação com o estilo de navegação Metro e a web moderna em HTML5.”
A boa notícia é que, graças a campanha anti-Flash da Apple, muitos sites agora oferecem vídeos em HTML5 quando o Flash não está presente. O YouTube, por exemplo, roda mesmo sem o Flash, assim como muitos outros sites de vídeo.
Por que a mudança?
A Microsoft diz ter examinado as exigências de plug-in para os 97 mil maiores sites do mundo todo e descobriu que 62% já podem oferecer vídeos HTML5 para aparelhos sem Flash. Muitas dessas páginas também podem mostrar anúncios que não usem Flash.
Se você visitar um site que ainda depende de controles ActiveX ou outro conteúdo plug-in, receberá uma notificação pedindo para “Usar a visualização desktop”.
O que a Microsoft não mencionou é onde essa abordagem deixa o rival do Flash da própria empresa, o Silverlight. A compatibilidade será embutida na versão Metro do IE10 ou ele também já era? A tecnologia ainda tem vida útil como uma ferramenta para os desenvolvedores, por isso o Silverlight na web pode não ser uma grande perda para a Microsoft.
E os add-ons?
Também há algumas dúvidas sobre se a versão Metro do IE10 terá suporte para add-ons (também conhecidos como extensões) ou barras de ferramentas. A Microsoft não foi clara sobre isso. “No Windows 8, o IE10 está disponível como um app no estilo Metro e um app desktop”, disse o presidente do Windows, Steven Sinofsky, em um post no blog Building Windows 8. “O app para desktop continua a suportar completamente todos os plug-ins e extensões.” Sinofsky não afirmou explicitamente que as extensões não serão suportadas na interface Metro, mas o comentário sugerem que elas estão fora.
Publicada em : 09/04/2012